quinta-feira, 8 de abril de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Nova temporada de O INTERROGATÓRIO
Com direção de Eduardo Wotzik, O INTERROGATÓRIO volta à cena para uma curta temporada, de 26 de março a 18 de abril. O público carioca vai poder acompanhar e observar o espetáculo a partir das 18hs até a meia-noite, sempre às sextas, sábados e domingos, no Teatro da Casa de Cultura Laura Alvim - Ipanema - Rio de Janeiro.
Serão doze noites de resistência. De denúncia. De amor ao teatro, à arte, à ética, à vida. Doze encontros.
Quarenta atores relatam os últimos dias do Julgamento de Frankfurt. Setenta e duas novas horas de reflexão sobre os horrores aos quais somos passíveis. Tudo isso abrigado numa Casa de Cultura. Tudo isso sob o olhar atento de Laura Alvim.
Um novo formato de peça, que dá ao espectador a liberdade de poder entrar, assistir, sair e voltar quando quiser.
Venha e traga sua família!
terça-feira, 16 de março de 2010
Irena Sendler morreu... sabes quem era?
Irena Sendler
Uma senhora de 98 anos chamada Irena acabou de falecer.
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.
Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruido que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.
Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.
Irena mantinha um registro com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim.
Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para as camaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.
No ano passado foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz... mas não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global
Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida!!
Durante a 2ª Guerra Mundial, Irena conseguiu uma autorização para trabalhar no Gueto de Varsóvia, como especialista de canalizações.
Mas os seus planos iam mais além... Sabia quais eram os planos dos nazis relativamente aos judeus (sendo alemã!)
Irena trazia meninos escondidos no fundo da sua caixa de ferramentas e levava um saco de sarapilheira, na parte de trás da sua camioneta (para crianças de maior tamanho). Também levava na parte de trás da camioneta, um cão a quem ensinara a ladrar aos soldados nazis quando entrava e saia do Gueto.
Claro que os soldados não queriam nada com o cão e o ladrar deste encobriria qualquer ruido que os meninos pudessem fazer.
Enquanto conseguiu manter este trabalho, conseguiu retirar e salvar cerca de 2500 crianças.
Por fim os nazis apanharam-na e partiram-lhe ambas as pernas e os braços e prenderam-na brutalmente.
Irena mantinha um registro com o nome de todas as crianças que conseguiu retirar do Gueto, que guardava num frasco de vidro enterrado debaixo de uma arvore no seu jardim.
Depois de terminada a guerra tentou localizar os pais que tivessem sobrevivido e reunir a familia. A maioria tinha sido levada para as camaras de gás. Para aqueles que tinham perdido os pais ajudou a encontrar casas de acolhimento ou pais adotivos.
No ano passado foi proposta para receber o Prêmio Nobel da Paz... mas não foi selecionada. Quem o recebeu foi Al Gore por uns diapositivos sobre o Aquecimento Global
Não permitamos que alguma vez, esta Senhora seja esquecida!!
E-mail enviado por Noni Levinson.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Placa roubada retorna ao local de origem
A placa original, com a inscrição "Arbeit macht frei" (O trabalho liberta), roubada do portão de entrada do antigo campo de concentração Auschwitz I em dezembro de 2009, retornou hoje ao Memorial de Auschwitz. O trabalho de restauração, que será realizado no laboratório do museu, durará alguns meses. De acordo com a chefe do Departamento de Preservação, Jolanta Banaś Maciaszczyk, o trabalho de restauração com certeza será bem sucedido.
Dr. Piotr M.A. Cywiński, Diretor do Museu de Auschwitz e Jolanta Banaś Maciaszczyk, chefe do Departamento de Preservação. Foto: Paweł Sawicki
© Auschwitz-Birkenau State Museum
© Auschwitz-Birkenau State Museum
Fonte: Perfil do Museu de Auschwitz no Facebook
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domingo, 17 de janeiro de 2010
Fragmentos de História - Parte 4
No dia 17 de janeiro de 1945, 67.012 prisioneiros e prisioneiras do complexo de Auschwitz se apresentaram para a última chamada do turno da noite. A evacuação do campo estava prestes a começar. No mesmo dia, o médico Josef Mengele (foto) tratou de liquidar com sua base de experimentos médicos em Birkenau, levando consigo todas as provas de suas experiências com gêmeos, anões e pessoas incapacitadas. A queima de documentos continuou, incluindo o arquivo do hospital do campo principal.
Dr. Josef Mengele
Fonte: Perfil do Museu de Auschwitz no Facebook
Tradução: Thiago Magalhães
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Novela "Viver a Vida" - 15 de janeiro de 2010
Depoimento da sobrevivente do holocausto Hertha Spier, exibido no fim do capítulo da última sexta-feira.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Fragmentos de História - Parte 3
No dia 13 de janeiro de 1943, três trens transportando judeus chegaram a Auschwitz. Das 1.210 pessoas de Berlim, 127 homens foram registrados. 1.083 pessoas foram mandadas às câmaras de gás. Dos 750 judeus holandeses, 88 homens e 101 mulheres foram registrados. 561 morreram com gás. Cerca de 2.000 pessoas foram deportadas do gueto de Zambrów. Depois da triagem, 148 homens e 50 mulheres foram registrados, e cerca de 1.802 pessoas foram mortas nas câmaras de gás.
Crematório V - Auschwitz-Birkenau
Fonte: Perfil do Museu de Auschwitz no Facebook
Tradução: Thiago Magalhães
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